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Frasco de Asad, LattafaFoto: Lattafa (loja oficial)

Notícia · Perfumaria árabe

Anvisa proíbe 'Asada', falsificação do Asad da Lattafa — o original não foi barrado

📰 Notícia

A Anvisa proibiu o perfume "Asada", uma falsificação de fabricante desconhecido que imita o Asad da Lattafa — não o original. A Rebaj, distribuidora oficial, confirmou. Entenda a diferença e como não cair na cópia.

Por Annie Grellmann · Jornalista · 25 de jul. de 2026

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, a venda e o uso de um perfume árabe chamado "Asada" — e não do Asad original, da Lattafa. A medida saiu no Diário Oficial da União de 24 de julho de 2026, num pacote de resoluções que barrou vários cosméticos irregulares no Brasil.

O que foi proibido, exatamente

O produto interditado é o "Perfume Árabe Asada 100 ml Eau de Parfum Masculino", de fabricante desconhecido. Segundo a Anvisa, ele era vendido sem registro sanitário e com fabricação clandestina — sem empresa responsável identificada. É esse item, o "Asada", que está na lista de proibições, ao lado de outros cosméticos irregulares.

"Asada" não é "Asad"

A confusão começou porque parte da imprensa noticiou como se a Anvisa tivesse proibido o Asad, campeão de vendas da Lattafa. Não foi. A Rebaj, importadora e distribuidora oficial da Lattafa no Brasil, esclareceu que a resolução não se refere ao Asad original — o produto barrado é o "Asada", de fabricante desconhecido, feito por "empresas que reproduzem de forma indevida e ilegal a identidade visual e o conceito do perfume Asad".

Em resumo: "Asada" é uma falsificação que se passa pelo Asad. O Asad legítimo, importado pela Rebaj, segue regular.

Por que isso importa

O Asad é um dos árabes mais vendidos do país — tem nota 9,0 na nossa avaliação — e virou alvo óbvio de cópia. Uma falsificação de fabricante desconhecido não passa por controle de qualidade: pode ter fórmula alterada, matéria-prima insegura e nenhum registro. É o tipo de produto que a Anvisa manda tirar do mercado.

Como não cair no "Asada" (nem em outra cópia)

  • Desconfie de nome trocado ("Asada" no lugar de "Asad") e de embalagem com erros de grafia.
  • Compre de canal confiável — importador oficial ou loja estabelecida, não perfil aleatório de rede social.
  • Cheque fabricante e registro no rótulo; "fabricante desconhecido" é sinal vermelho.
  • Na dúvida, veja nosso guia de como saber se um perfume árabe é original.

A Sillara não vende perfume. Este alerta é informativo: separamos o que a Anvisa efetivamente proibiu (o "Asada", falsificado) do que segue liberado (o Asad original da Lattafa).

Perguntas frequentes

A Anvisa proibiu o Asad da Lattafa?
Não. A Anvisa proibiu um falsificado chamado "Asada", de fabricante desconhecido. O Asad original da Lattafa, importado pela Rebaj, não foi barrado.
Qual a diferença entre Asad e Asada?
Asad é o perfume original da Lattafa. "Asada" é uma cópia ilegal, de nome parecido, que imita a identidade visual do Asad e não tem registro sanitário.
Por que a Anvisa proibiu o Asada?
Por ser vendido sem registro sanitário e ter fabricante desconhecido (fabricação clandestina), com indícios de falsificação. A medida saiu no Diário Oficial de 24/07/2026.
Como saber se meu Asad é original?
Compre de canal oficial, cheque fabricante e registro no rótulo e confira o guia de autenticidade. Nome "Asada" ou embalagem com erros de grafia são sinais de cópia.

Fontes consultadas

Síntese de consenso multi-fonte: cruzamos centenas de avaliações públicas e reescrevemos o que se repete, citando as fontes. Ainda não testamos este frasco em primeira mão.

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